Qual o valor
daquele vazio
que habita nosso interior?
Muitos o desprezam
"é loucura!"
enquanto outros, desesperam
Sentir vazio ainda é sentir
rima e combina
não entre na onda do reprimir
É ser sem se conhecer
ser um ser incompleto
e desconsiderado pelo seu ver
É ver sem o parecer
de sua alma
de seu ser
É ser um ser
que não conhece
o próprio ser
É focar no externo
sem antes considerar
no seu ser interno
É falhar no amar;
a falta do amor próprio
é o que nos faz pedras atirar
O vácuo interno suga
toda afeição da gente,
te faz parecer carente
e lhe traz o desejo fuga
De ti não vá embora!
Por favor, pelo amor!
O que procuras não está lá fora
mas sim em seu interior!
Tal vazio e depressão
não despreze, antes aproveite
pois nos força a buscar o deleite
da autocompletação!
Mostrando postagens com marcador pensamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pensamento. Mostrar todas as postagens
domingo, 31 de agosto de 2014
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
O presente da humanidade
O que eles fazem
o que almejam
ostentam
e idolatram?
Agem com leviandade
exaltam o narcisismo
rejeitam a bondade
com um toque de cinismo
Regra é a carência
vindo lá de sua essência
agem sem coerência
e se importam com a aparência
Em nada acreditam
a honra não creditam
ostentam a vaidade
nesta fria e feia cidade
Por que não ostentar
a bondade e honestidade?
A verdadeira beleza querem matar
está tudo uma calamidade
O respeito perdeu seu valor
com a ignorância exaltada
a alma segue calada
neste mundo de pavor
O sexo foi banalizado
o valor perdeu o compromisso;
o homem se tornou omisso
tornando-se, da futilidade, casado
o que almejam
ostentam
e idolatram?
Agem com leviandade
exaltam o narcisismo
rejeitam a bondade
com um toque de cinismo
Regra é a carência
vindo lá de sua essência
agem sem coerência
e se importam com a aparência
Em nada acreditam
a honra não creditam
ostentam a vaidade
nesta fria e feia cidade
Por que não ostentar
a bondade e honestidade?
A verdadeira beleza querem matar
está tudo uma calamidade
O respeito perdeu seu valor
com a ignorância exaltada
a alma segue calada
neste mundo de pavor
O sexo foi banalizado
o valor perdeu o compromisso;
o homem se tornou omisso
tornando-se, da futilidade, casado
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Razão arterial, emoção racional
— Ei! Você, venha aqui!
— Olá, senhor policial!
— O que você está fazendo aí?
— O que posso dizer... matando!
— Matando? Venha aqui!
— Matando meu tédio.
— Desacato é? Vou lhe mostrar o remédio!
— Me perdoe! Ando um pouco devaneando...
— Não conheço tal palavra, está de zoação?
— Me desculpe! Só falo coisas da emoção.
— Tudo bem, conheço o mal do poetar.
— Conhece? Por acaso está no apaixonar?
— Por você, que demonstrou forte emoção!
E foi simples assim que minha cabeça
se uniu com meu coração.
— Olá, senhor policial!
— O que você está fazendo aí?
— O que posso dizer... matando!
— Matando? Venha aqui!
— Matando meu tédio.
— Desacato é? Vou lhe mostrar o remédio!
— Me perdoe! Ando um pouco devaneando...
— Não conheço tal palavra, está de zoação?
— Me desculpe! Só falo coisas da emoção.
— Tudo bem, conheço o mal do poetar.
— Conhece? Por acaso está no apaixonar?
— Por você, que demonstrou forte emoção!
E foi simples assim que minha cabeça
se uniu com meu coração.
Assinar:
Postagens (Atom)